A primeira vez.

A vida é cheia de primeiras vezes. Primeiro dente arrancado, primeiro amor, primeira queda, primeiro grande show...

Bom, essa sou eu parada na esquina entre voltar atrás e seguir em frente. Sábado, dia 10 de janeiro rolou o show especial de 30 anos de Engenheiros do Hawaii. A guria aqui pegou quase 9 horas de fila debaixo de um sol de 35 graus rachando a cabeça - se isso não é amor, imagino o que será que pode ser -, sendo que fiz uma tatuagem no dia anterior - mais uma primeira vez.

Coragem? Talvez loucura, eu não sei. Sei que eu fiquei na grade, na cara do Tavares. Ficar mais pro meio era impossível, mas Humberto anda o palco inteiro, então ok. Descobri um lado fotógrafa meu que eu nem sabia que existia, assim que eu conseguir todas as fotos, postarei.

Vamos aos fatos: Humberto Gessinger é o Deus do baixo, não tem o que fazer. Rafa Bisogno é um mestre da percussão, nunca vi igual. Mas fiquei realmente surpresa foi com o Tavares. Ele mandou muito bem, me surpreendeu muito.

A sensação de estar vibrando em outras frequências com milhares de pessoas, ali, junto contigo é maravilhosa. Gente que tu conhece, gente que tu nunca ouviu falar... Cantando, pulando, curtindo. É maravilhosa...

Humberto sempre une pontos, ergue pontes. Além de tudo ter sido maravilhoso, rolou músicas que não estamos acostumados a ver nem na Insular Tour, nem na Humbertour. "Terra de Gigantes", "Piano Bar", "O Vôo do Besouro",  "Nuvem" e é claro, "Sampa no Walkman".

Posso dizer, com certeza que foi o melhor dia da minha vida. Realizei vários sonhos em uma noite, inclusive o sonho da realidade virtual. Mas isso é papo pra outro texto.

Bah 1: Eu sou muito doida e fui com a tattoo à mostra mesmo pro show, mesmo sendo muito recente.

Bah 2: Cheguei em casa eram quase 6h da manhã. Só pelo Humberto eu passaria noites no sereno mesmo, viu.
Eu e Cris - linda - na espera. 
Humberto é simplesmente demais. Não tenho palavras pra descrever o quão maravilhoso ele foi. 

Comentários